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O que mudou na tributação dos médicos em 2018?

O que mudou na tributação dos médicos em 2018?

O que mudou na tributação dos médicos em 2018?

Com as recentes alterações do Simples Nacional (sistema de tributação simplificada) para 2018, algumas atividades relacionadas a área da saúde tiverão uma nova forma de cálculo que reduziu significativa sua tributação. A mudança permitirá aos médicos pagarem o tributo unificado por meio da Lei Complementar 155/2016. Para isso, os médicos e empresas do setor terão que analisar qual tributação será mais adequada: Pessoa Física ou Pessoa Jurídica (Lucro Presumido ou Simples Nacional).

Pessoa Física.

Nesse caso o próprio profissional pode fazer seu carnê leão e informar mensalmente os seus ganhos e os custos/despesas necessários à sua atividade médica. O valor líquido é tributado pela tabela progressiva do imposto de renda que, para ganhos líquidos acima de R$ 4.664,68, são de 27,5%.

Hospitais e clínicas precisam pagar a contribuição de INSS ao contratar médicos nessa modalidade, encarecendo o custo do serviço prestado. Isso pode levar os contratantes a dar preferência aos profissionais que atuam na modalidade PJ (Pessoa Jurídica).

Pessoa Jurídica.

Nessa condição, se as despesas com pessoal estiverem igual ou acima de 28% (fator R) da Receita, o profissional poderá recolher seus tributos no Simples Nacional pelo Anexo III, pagando alíquotas que começam em 6%. Conforme o faturamento aumenta, a alíquota também sobe, porém, já estarão inclusos os impostos sobre a folha de pagamentos.

Caso não atinja esse percentual, o médico poderá recolher pelo Anexo V, com tributação inicial de 15,5%. Caso tenha empregados, nessa alíquota também já estarão inclusos os impostos sobre a folha.

PJs ainda poderão recolher pelo Lucro Presumido. Dessa forma, independentemente do valor gasto com atividades médicas, paga-se 11,33% de tributos federais + o ISS do município. Caso tenha empregados, será acrescido INSS sobre a folha de pagamentos.

Teto de rendimentos para enquadramento no Simples Nacional.

Outro fator de mudança foi o teto de rendimentos para enquadramento no Simples. Antes a soma máxima da receita bruta anual era de R$ 3,6 milhões, agora quem recebe até R$ 4,8 milhões poderá continuar no Simples Nacional.

Apesar dessa diferença, quem estiver acima do limite antigo de 3,6 milhões terá que pagar o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto Sobre Serviços (ISS) por fora. No ano de início de atividade de uma companhia ou em situações que o Estado adotar um sublimite, haverá tolerância de 20% de superação da receita.

Planejamento Tributário.

Para avaliar qual opção deve ser adotada, você pode (recomendamos!) procurar ajuda de uma boa empresa de contabilidade, que irá avaliar a sua situação particular e auxiliar na escolha da melhor opção!

Conte com a Personality Contabilidade para te ajudar nisso! 😉

 

 

 

 

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